CONVIDADOS

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DIETER HENNINGS
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Dedicado ao repertório contemporâneo para violão e a música antiga na teorba, alaúde e na guitarra barroca. Foi solista frente orquestras sinfônica de Lecce - Itália; de Guanajuato e Monterrey; da Canada’s New Music Concerts Ensemble, The Riverside Symphony de Nova Iorque, Eastman BroadBand Ensemble e da Julliard’s 415 Early Music Ensemble. Venceu concursos como o Aaron Brock International Guitar Competition(2008), Eastman Guitar Concerto Competition (2005), Villa de Petrer, Alicante International Competition (2002) e Portland Guitar Competition (2001). Realizou turnês pela Itália, Alemanha e Eslovênia. Desde 2009 é professor na University of Kentucky.

ERNESTO MÉNDEZ
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Ernesto Méndez nasceu em Paraná, província de Entre Ríos, Argentina. Seus trabalhos como solista - "Alma guaraní" EPSA Music 1999 e "Alborada" SHAGRADA MEDRA 2005 - revelam-no como um dos compositores e arranjadores mais originais das novas gerações. Em 2011, ele lançou seu terceiro álbum solo "Pueblero", como um Prêmio Régimen de Fomento de Ediciones Discográficas del Fondo Nacional de las Artes, Argentina. Em 2013, publicou o CD "Genealogía" com o violinista Ramiro Gallo e o pianista Andrés Pilar. Este trabalho inclui composições originais de cada um dos músicos e teve uma repercussão importante na crítica pública e especializada. No final deste mesmo ano, gravou com Rudi Flores "Sonido Junto", um CD dedicado à música do litoral argentino em versões livres e espontâneas. Participou de Festivais Internacionais e atuou na Argentina, Brasil, Uruguai, Reino Unido e Alemanha. Apresentando-se em locais de prestígio como o Royal Festival Hall em Londres, o Centro de Estudos Ibero-americanos em Berlim e o Teatro Colón em Buenos Aires. Dividiu o palco com artistas como Juan Falú, Rudi Flores, Nini Flores, Ramiro Gallo, Hilda Herrera, Carlos Aguirre, entre outros. Regularmente ensina cursos e aulas sobre música argentina para violão. Suas composições originais para violão são editadas pela EPSA Publishing (2007), o Fondo Nacional de las Artes (2006), Trafico de Arte (2004) e são interpretadas e gravadas por violonistas de diferentes partes do mundo. Também foram incluídas como obra imposta em diferentes competições de guitarra clássica. No final de 2014, ele estreia com a Orquestra Sinfônica de Entre Ríos conduzida pelo Maestro Luis Gorelik, sua Suíte para Guitarra e Orquestra de Cordas "Pasionaria", baseada em formas e ritmos típicos da música folclórica argentina. Em janeiro de 2017 participa no 27° Fiesta Nacional del Chamamé e 13° Fiesta del Chamamé del Mercosur na cidade de Corrientes, Argentina, apresentando frente uma audiência de 15 mil pessoas sendo um fato inédito para esta festa a apresentação de um violão solista. Desenvolve sua atividade docente na Universidad Autónoma de Entre Ríos e a Universidad Nacional del Litoral.

FERNANDO ARAÚJO
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Nascido em Belo Horizonte, Fernando Araújo é Bacharel e Doutor em Música pela Escola de Música da UFMG e Mestre em Música pela Manhattan School of Music, de Nova York. Fernando Araújo obteve, dentre outros, o Prêmio Turíbio Santos no II Concurso Internacional Villa-Lobos e o 1o. Lugar e Prêmio de Melhor Intérprete de Villa-Lobos no II Concurso Nacional Villa-Lobos. Foi vencedor, com o soprano Mônica Pedrosa, do XX Artists International Auditions em Nova York, tendo o duo se apresentado no prestigioso Carnegie Recital Hall. O violonista apresentou-se em diversas cidades dos EUA, Europa e Brasil. Atuou como solista com várias orquestras, dentre elas a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Tem sido convidado a participar como jurado em diversos concursos, dentre eles o Concurso Julián Arcas, na Espanha. Lançado pelo selo Karmim, o CD “Universal”, no qual Fernando Araújo interpreta obras de Villa-Lobos, Piazzolla e Garoto, foi muito bem recebido pela crítica especializada. Gravou com a cantora Mônica Pedrosa o CD “Canções da Terra, Canções do Mar”, no qual o duo interpreta canções de compositores eruditos brasileiros, tanto originais quanto arranjos do próprio violonista. Um livro com o mesmo título, contendo as partituras desse CD, foi lançado pela Editora UFMG. Fernando é um dos músicos destacados no documentário “Violões de Minas”, escrito e dirigido por Geraldo Vianna. Fernando Araújo é Professor Adjunto da Escola de Música da UFMG. Buscando fomentar e divulgar o violão em sua riqueza de possibilidades, vem se dedicando também à criação e coordenação de eventos, tendo dirigido as duas edições do Concurso de Violão José Lucena Vaz, realizados em Belo Horizonte. Desde 2005 coordena, juntamente com os violonistas Juarez Moreira e Aliéksey Vianna, o Festival Internacional de Violão de Belo Horizonte, evento que, já na sua nona edição, é reconhecido como um dos maiores e mais importantes do gênero no Brasil

MARCELO CORONEL
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Começou a estudar violão na infância com tutores particulares e continuou durante a adolescência de maneira autodidata. Mais tarde estudou na Universidad Nacional de Rosario, formando-se como Licenciado en Música Especialidad Guitarra. Seu professor de violão foi Víctor Rodríguez. Paralelamente, estudou Harmonia e contraponto e harmonia aplicada ao violão com os professores Dante Grela e Claudio Zemp, respectivamente. Ele compôs mais de 100 obras de guitarra (solistas, duos, trios e quartetos) e duetos com flauta e com clarinete, com predominância estética de projeção folclórica. Suas obras foram publicadas na Alemanha e na Argentina, e mais recentemente em seu site em formato digital. Suas obras foram registradas no Canadá, Argentina, Estados Unidos, Espanha, Alemanha e Brasil. Como solista, tocou na Argentina, o Canadá, o Chile, o Peru, a República Dominicana e os Estados Unidos, oferecendo masterclasses complementares sobre formas e gêneros da música argentina. Integrou os conjuntos Escarbanda (piano, violão e percussão), Los Khorus (violão, charango, quena e siku), El entrevero (dois violões) e Golondrinas Invernales (quatro violões). Desde 1992 trabalha com Meridiano (flauta e violão). Seu projeto mais recente é o trio Tallar el aire (requinto, violão e guitarrón). Gravou quatro CDs com seu próprio trabalho e atualmente está trabalhando em um novo projeto de música para violão solo. Ele também participou de produções de colegas como músico convidado, arranjador e diretor artístico. Marcelo divide seu tempo entre arte e ensino: ensina violão e harmonia em seu estúdio particular, e música latino-americana na Escuela de Arte 501 (San Nicolás, província de Buenos Aires).

PEDRO IGLESIAS
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Estudou na Facultad de Artes da Universidad de Chile, com o professor Ernesto Quezada. Estudou também na Alemanha com o destacado violonista Thomas Offermann, com quem se especializou em violões originais do século XIX. Durante sua estadia de 5 anos na Alemanha, foi professor na escola superior de música de Rostock (Hochschule für Musik und Theater Rostock) e no Conservatorio de cidade de Greifswald (Musikschule der Universitäts- und Hansestadt Greifswald). Gravou dois discos como solista, “La Guitarra del Siglo XIX” (Alemania, 2007) Y “El Arpa del Guerrero” (Chile, 2014). Atualmente é professor dos programas de graduação e pós-graduação na Universidad Alberto Hurtado e na Universidad Mayor. Tocou também em grupos de câmara e deu masterclasses em diversos países como Chile, Alemanha, Argentina e Áustria, sempre recebendo uma excelente acolhida da crítica especializada.

RICARDO NOVAIS
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Ricardo Novais é autor do Amigo Violão, método de violão para crianças. Vem capacitando professores do instrumento por todo o Brasil, especialmente para trabalharem com crianças, através de cursos online e de seu canal no youtube, AMIGO VIOLÃO e é autor do livro “Curso de Violão para Crianças”. É formado em violão pela Universidade Federal de Minas Gerais e também atua na cena musical, tendo lançado 4 CD´s como violonista e compositor. Já se apresentou no Chile, na Itália e em diversas cidades do Brasil. Recentemente Ricardo Novais vem priorizando a divulgação e elaboração de novas possibilidades didáticas do violão e chegou a ir até à Guiné-Bissau, na África para aplicar seu método com as crianças de lá.

ROGÉRIO VASCONCELOS
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Rogério Vasconcelos Barbosa tem graduação e doutorado em composição musical. É professor da Escola de Música da UFMG onde leciona composição e análise. Em seu trabalho, ferramentas tecnológicas participam de modo íntimo da gênese e do desdobramento das ideias criativas. Sua produção inclui peças de câmara, orquestra e meios eletroacústicos.

STANLEY LEVI
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Músico versátil, Stanley Levi é mestre em Performance Musical pela UFMG e professor de violão na Universidade Estadual de Montes Claros.  Compositor e violonista, transita por diversos estilos (do contemporâneo ao de inspiração popular) e artes (trabalhando com teatro, performance e vídeo). No violão, atua como solista e possui trabalhos focados na música do século XXI, sobretudo a latino-americana. Em 2010, ajudou a fundar o Corda Nova, agrupação dedicada à Música Contemporânea e um dos poucos grupos estáveis do gênero, no Brasil. Como professor, já atuou no departamento de Teoria Geral da Música da UFMG, e foi técnico da área de Música na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. É idealizador e coordenador do projeto Violões pela Cidade, através do qual se produziram, até 2016, quase 100 concertos na capital mineira.

THIAGO COLOMBO DE FREITAS
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Thiago Colombo de Freitas é professor do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas. É bacharel e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde foi orientando do Prof. Dr. Daniel Wolff. É doutorando pela Universidade Federal da Bahia, sob orientação do Prof, Dr. Mário Ulloa. Integra o Núcleo de Música Contemporânea (NuMC-CM-UFPel) onde desenvolve projetos de pesquisa, criação e difusão da música contemporânea. Coordenou o Quinteto Guitarreria, projeto de extensão que trabalha com arranjos inéditos de repertório popular brasileiro e latino-americano. Junto a Leandro Maia e Paulo Gaiger compõe o trio Nó de Pinho. Entre 1994 e 2005, foi aluno particular do grande violonista argentino Eduardo Isaac. Participou de cursos com David Russel, Leo Brouwer, Eduardo Fernandez, Carlos Barbosa Lima, Abel Carlevaro, Hopkinson Smith, entre outros. Entre 1998 e 2005, foi premiado em concursos no Brasil (Porto Alegre, São Paulo, Niterói, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), Argentina (Córdoba e Mar del Plata), Portugal (Trofa) e Espanha (Cáceres), onde cabe destacar o 1º prêmio no cuncurso “Santa Maria de La Armonía”, que teve banca presidida por Eduardo Fernández. Apresentou-se em salas importantes como o Teatro El Libertador (Córdoba), Teatro municipal de Niterói, Sala Carlos Vaz Ferreira (Montevidéu), Theatro São Pedro, entre outros. Atuou como solista junto à Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra Sesi-Fundarte, Orquestra da TV cultura de São Paulo e Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul. Fez diversas gravações para redes de rádio e televisão brasileiras. Em 1999, viajou à Rússia onde foi solista frente à Orquestra Sinfônica da Udmurtia. Nos últimos anos, tem trabalhado como concertista, professor e palestrante em vários festivais de música do Brasil, Argentina e Uruguai, promovidos por instituições credenciadas como Universidad de Montevideo, Universidad Autónoma de Entre Rios, Universidad Nacional de Rosário, UFRGS, UFMA, UFSM, UDESC, Associação Pró-Música de Uberlândia, Escola de música de Teresina, Sesc, Instituto Cultural Peruano Norteamericano, Sesi, Centro Cultural Banco do Brasil, Santander Cultural, entre outros. Em maio de 2003 lançou seu primeiro CD solo intitulado “Sonata” através do Fumproarte. Este disco recebeu três prêmios “Açorianos” de música nas categorias revelação, melhor instrumentista erudito e melhor disco erudito do ano de 2003, sendo assim um recorde de premiações na área de música erudita. Participou do CD “Guitarristas em Concierto”, uma coletânea de violonistas sul-americanos, lançada na Argentina por ocasião do II Festival Internacional de Música Eduardo Fabini (Montevidéu-2003). Participa também do CD comemorativo do II Concurso José Lucena Vaz, certame realizado em Belo Horizonte, em 2003, onde obteve a primeira colocação. Em outubro de 2006, sob os auspícios do Fumproarte, lançou o CD “Reminiscências”. Este disco é totalmente dedicado ao repertório latino-americano. Em 2008, desenvolveu junto à atriz e professora Taís Ferreira o espetáculo “Platero e Eu”, com músicas do compositor ítalo-americano Mário Castelnuovo-Tedesco sobre poemas do espanhol Juan Ramon Jiménez. Este espetáculo fez duas temporadas em Porto Alegre, além de apresentações pelo interior do estado patrocinadas pelo Sesc-RS, recebendo ótimas críticas. Integrou o “TREZEGRAUS”, grupo de música instrumental brasileira que lançou seu álbum de estréia em outubro de 2009. O grupo, formado por Aninha Freire (contrabaixo), James Liberato (guitarra), Luiz Jakka (percussão) e Thiago Colombo (violão). Em março de 2010 apresentou-se, junto ao NuMC, no Cicle de Musique Contemporaine na Maison do Brésil, em Paris, França.

VICTOR VALE
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Doutorando em Perfomance Musical pela UFMG, Victor Vale desenvolve uma carreira como professor e solista. Atua como professor de violão no curso de música da Universidade Federal de Ouro Preto desde 2012, tendo coordenado importantes projetos artísticos como o "Grandes Grupos Instrumentais da UFOP". Foi premiado em importantes concursos nacionais, valendo citar o XIX Concurso de Violão Souza Lima, 2º Concurso de Violão Cantareira, Prêmio Jovem Músico e o 1º Concurso de Violão Maurício de Oliveira. Tem se apresentado em importantes salas de concerto de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e Espírito Santo

VÍCTOR RODRÍGUEZ
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Víctor Rodríguez é professor na cidade de Rosario – Argentina. Desenvolve sua atividade na Escuela Provincial de Música, no Profesorado de Música “Carlos Guastavino” e na Universidad Nacional de Rosario como professor titular por concurso. Deu concertos e apresentou seu método "Guitarra clássica e música popular" (editora UNR, co-autoria com o mestre Pepe Ferrer) na Argentina, Bolívia, Peru, Uruguai, Guatemala, Venezuela, Porto Rico, República Dominicana, Chile, Brasil, Paraguai, Itália e Espanha. Em Asunción, Paraguai, teve a oportunidade de estrear o Concerto para violão e orquestra, "Rapsodia Sudamericana", com a Orquestra Sinfonia Nacional do Paraguai, sob a direção de seu compositor, Alekos Maniatis. Participa de diferentes formações, entre elas duos de violão com Gustavo D'Angelo e o professor Osvaldo Muñoz, juntamente com quem gravou o CD "Manojito de amancay", dedicado ao trabalho de Remo Pignoni. Como solista, gravou "Alas", que contém um repertório argentino e Latino-americano Participou dos festivais: Guitarras del Mundo (Argentina), XII Festival de Guitarra de Cusco (2016, Peru). X Festival de Cuerdas de Hohenau (2017, Paraguai).

CRISTIANO BRAGA
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Cristiano Braga é natural de Belo Horizonte. Bacharel em violão pela UFMG e Licenciado em música também pela UFMG, Mestre em Música/Práticas Interpretativas/Violão na UFRGS. Teve como professores: José Lucena Vaz, Fernando Araújo, Flavio Barbeitas, Fabio Adour, e Ricardo Horta. Participou Master Classes e cursos com: Fabio Zanon, Edelton Gloedem, Mario Ulloa, Eduardo Meirinhos Eduardo Isaac, Paul Galbraith, Aliéksey Vianna, Pablo Marques, Rolan Dyens, Pavel Steidl, dentre outros. Em 2000 participou da Ópera Sertão Sertões, integrando o octeto de violões em uma inédita formação orquestral, com a Orquestra sinfônica do Estado de Minas Gerais. Foi vencedor do prêmio jovem musico BDMG 2005, e premiado no concurso nacional Villa Lobos 2009. Como concertista atuou nas principais salas de concerto de Minas Gerais, como o Grande teatro do Palácio das Artes, sala Juvenal Dias (Palácio das Artes), Sala Sérgio Magnani, Auditório Fernando Melo Viana (UFMG), Teatro da Assembleia, Museu Abílio Barreto, Teatro Domus Áurea (Nova Lima), Teatro Municipal de Sabará, Teatro Municipal de Ouro Preto, dentre outros. Também realizou apresentações nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Piauí, Maranhão e Espírito Santo e São Paulo. Participou como concertista do I Congresso Internacional de Hispanistas da FALE/UFMG, do Segundo Festival de Violão da UFRGS e do Primeiro Festival de Violão da UFOP, do I festival de violão Música Para Todos, do I colóquio internacional Escrita, som, imagem, dentre outros. É professor efetivo da Universidade Federal do Maranhão no Campus de São Bernardo. É idealizador e diretor artístico do Festival de Violão da UFMA. Atualmente é Doutorando em Música pela UFMG onde desenvolve pesquisas na área de ensino de instrumento e performance.

DUO VINCENS-MACIEL
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O Duo Vincens-Maciel é formado pelos músicos Guilherme Vincens e Michel Maciel, ambos violonistas reconhecidos no Brasil e no exterior. Iniciou suas atividades em 2012 e já se apresentou em importantes festivais e séries de concertos pelo país. Se dedicam a um repertório variado, que inclui obras brasileiras, latino-americanas, espanholas e outras.

Guilherme Vincens é doutor em performance musical e etnomusicologia pela University of Arizona. Estudou com Thomas Patterson e David Russell. Aperfeiçoou-se nas masterclasses de John Williams, Pepe Romero, Sérgio e Odair Assad, Eduardo Fernández, Roland Dyens, Paul O’dette e Paul Galbraith, entre outros. Recebeu 11 premiações em concursos internacionais de violão, destacando o 1º Lugar no XI Concurso de Portland, EUA em 2003. Apresentou-se em importantes salas de concerto nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, México, Chile, Itália, Alemanha, Espanha, Portugal e Brasil. É professor do curso de música da UFSJ em São João del-Rei/MG

Michel Maciel é mestre em performance musical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participou de vários cursos e festivais, onde teve aulas com Sérgio Abreu, Sérgio Assad, Eduardo Fernández (Uruguai), Hubert Kappel (Alemanha) e outros. Foi premiado em diversos concursos nacionais e internacionais. Já se apresentou em algumas das principais salas de concerto do Brasil e no exterior (EUA, França, Suíça, Alemanha e Paraguai). Além disso, tocou com importantes nomes da música popular como Milton Nascimento, Toninho Horta, Cliff Korman entre outros. Desde 2013, é professor do curso de música da UFMG, em Belo Horizonte/MG.

EDUARDO CAMPOLINA
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Professor da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais na área de Composição do Departamento de Teoria Geral da Música desde 1990. Doutor pela Escola de Belas Artes da UFMG (2013), Mestre pela Faculdade de Educação da UFMG (2002), Diplome d'Études Approfondies (1986), Maitrise (1985) e Licence (1984) em Música pela Universite de Paris VIII, graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (1978). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música, atuando principalmente nos seguintes temas: composição, violão, música e artes plásticas, educação musical, percepção musical e técnica

FABIO ADOUR
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Professor do Departamento de Musicologia e Educação Musical e do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ; ex-professor da Escola de Música da UFMG e do Conservatório Brasileiro de Música; Doutor em Educação pela UFMG; Mestre em Música pela UFRJ; Bacharel em violão pela UNI-RIO. Desenvolve intensa atividade com música erudita e popular, já tendo se apresentado nas principais salas das grandes capitais, como em dezembro de 2004, quando foi solista frente à Orquestra Sinfônica Brasileira, executando o Concerto para Violão e Orquestra de Villa-Lobos, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Alguns compositores importantes, como Ricardo Tacuchian, Mario Ferraro, Alexandre Eisenberg, Marcos Lucas, José Orlando Alves, dentre outros, já lhe dedicaram peças para violão solo. Participou de inúmeros conjuntos de câmara; atualmente é integrante do Abstrai Ensemble, grupo de atuação internacional com formação instrumental mista e dedicado à música contemporânea. Também especializado no repertório dos séculos XX e XXI é o Duo Adour, completado pela soprano Andréa Adour. Forma outra dupla de destaque com David Ganc – Duo Ganc/Adour –, que trabalha na fronteira entre a música popular e erudita. É arranjador, compositor e suas peças e arranjos vêm sendo executados e gravados regularmente por intérpretes consagrados. Participou, como professor de Harmonia, Improvisação, Violão, Composição e Percepção Musical, de diversos Festivais de Música no Brasil, como os Festivais de Inverno de Diamantina da UFMG, onde foi coordenador e professor da área de Música de 2004 a 2009, o Pauta Contemporânea do SESC (2011), e o Painel de Bandas da FUNARTE (2012 a 2016). Em congressos e simpósios de pesquisa, publicou artigos com temas relacionados à Música Popular, Educação Musical, Composição e Análise. Lançou, em 2015, o livro Sobre Harmonia: Uma Proposta de Perfil Conceitual, trabalho vencedor do Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música 2013.

FLÁVIO BARBEITAS
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Natural do Rio de Janeiro, é Bacharel e Mestre em Música pela UFRJ e Doutor em Estudos Literários pela UFMG / Università di Bologna (Itália). Desde 1996, é professor de violão e disciplinas teóricas na Escola de Música da UFMG onde também é orientador no Programa de Pós-graduação. Atua regularmente como solista e camerista em concertos e festivais pelo Brasil. Conta inúmeras participações em CD’s, valendo destacar o duo de violão e piano que mantém com Carla Reis e que resultou na gravação de obras de Radamés Gnattali, Nestor de Hollanda e Tom Jobim.

Diretamente relacionado às atividades artísticas e pedagógicas está o seu trabalho como pesquisador, com atuações nos grupos de pesquisa "Núcleo de Estudos em Música Brasileira" e "Resgate da canção brasileira", ambos na Escola de Música da UFMG, e também no Núcleo de Estudos em Intermidialidade da Faculdade de Letras da mesma instituição, juntamente com docentes das áreas de Literatura e Artes.

JOÃO PEDRO OLIVEIRA
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João Pedro Oliveira (n. 1959) estudou órgão, composição e arquitectura em Lisboa. Doutorou-se em Música (Composição) na Universidade de New York em Stony Brook.
 As suas obras incluem uma ópera de câmara, um Requiem, várias obras orquestrais, três quartetos de cordas, música de câmara, música para instrumento solo,  música electroacústica e vídeo experimental. Recebeu mais de 50 prêmios internacionais pelas suas obras, incluindo três prêmios no Concurso de Música Electroacústica de Bourges, bem como o prestigiado Magisterium no mesmo concurso, o Prémio Giga-Hertz, o 1º Prémio no concurso de música electroacústicaMetamorphoses, o 1º Prémio na Yamaha-Visiones Sonoras Competition, duas vezes o 1º Prémio na Musica Nova Competition, etc.. É Professor Titular na Universidade Federal de Minas Gerais e Professor Catedrático na Universidade de Aveiro. Tem igualmente publicado diversos artigos em revistas nacionais e internacionais, e escreveu um livro sobre teoria analítica da música do século XX. Tem desenvolvido a sua atividade docente na área da composição e música eletroacústica, e vários dos seus alunos já receberam prêmios em concursos internacionais e nacionais.

MANUEL ALEJANDRO OLIVARES
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Manuel Alejandro Olivares Vera estudou interpretação musical em violão clássico na Facultad de Artes da Universidad de Chile. Após a graduação, ele recebeu uma bolsa de estudos de pós-graduação nos Estados Unidos na Appalachian State University (Boone, Carolina do Norte). Durante seus anos de estudo, ele passou por diferentes períodos com lesões devido à tensão produzida pela prática constante do instrumento. Ao conhecer a técnica de Alexander, ele conseguiu se livrar de problemas antigos e conhecer um novo nível de desempenho.

Ao retornar a Santiago do Chile, começou o trabalho de divulgação desse assunto no meio musical chileno. Com o sucesso de suas demonstrações, obteve convites de instituições como a Fundación de Orquestas Juveniles e Infantiles (FOJI), a Escuela Moderna de Música e a Universidad del Desarrollo, entre outras. Ele participou como convidado no programa de rádio Beethoven "Guitarra", dirigido por Oscar Ohlsen, para falar sobre seu trabalho e divulgar massivamente a existência da técnica, desenvolvida por Frederick Matthias Alexander, no Chile. Ele também apoiou a participação de vários alunos em importantes competições de interpretação musical nacional e internacional, cooperando com eles e seus professores de instrumentos ao nível de coordenação geral para obter os mais altos níveis de desempenho em cada caso.

Durante o verão de 2016, ele se reune com a professora Eleni Vosniadou (Thessaloniki, Grécia) que, depois de um período de aulas e avaliações, decide convidar Manuel para fazer parte do projeto "Consciência Corporal para Músicos" como o primeiro professor do projeto no Chile.

MARCOS MATTURRO FOSCHIERA
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Graduado em música na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, sob a orientação do Prof. Dr. Daniel Wolff, em 2009. Mestre em violão pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, em 2015 ingressa no curso de Doutorado em Performance Musical (violão), sob a orientação do Prof. Dr. Flávio Barbeitas.

Nasceu em Porto Alegre - RS. Participou de máster classes com Eduardo Isaac (Argentina), Leo Brouwer (Cuba), Fabio Zanon (Brasil), Turíbio Santos (Brasil), Victor Pellegrini (Argentina), Frank Bungarten (Alemanha), Mario Ulloa (Brasil/Costa Rica), entre outros.

De 2011 a 2012 fez parte do Grupo Libertango, que, com arranjos próprios, fazia releituras da obra de Astor Piazzolla para dois violinos e violão.

Ainda em 2011 foi premiado com o segundo lugar no XXX Concurso Latino Americana, em Curitiba – PR.

Em 2012 iniciou, em Mar del Plata – Argentina, a Cátedra de Interpretação de Música Latino Americana, ministrada pelo violonista Eduardo Isaac. No ano de 2013, inicia, juntamente com seus colegas de cátedra, o Cuarteto de Guitarras del Mercosur, apresentando-se no Brasil e na Argentina, em cidades como Mar del Plata, La Plata Porto Alegre e Buenos Aires. 

Em 2014 participa do projeto Violões pela Cidade, na cidade de Belo Horizonte – MG, realizando concertos pelos centros culturais da cidade. Neste ano tambem grava, junto ao Cuarteto de Guitarras del Mercosur a participação no disco Break! Promovido pela Universidad Nacional de La Plata - UNPL – Argentina.

Em 2016 participa da quarta edição do projeto Violões pela Cidade, e no ano seguinte se apresenta com o DuoContra e diversos contrabaixistas nos Estados Unidos, no ISB – International Society Bassists, na cidade de Ithaca – Nova Iorque

ROBERTO VICTORIO
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Roberto Victorio nasceu no Rio de Janeiro em 1959. Concluiu o bacharelado em Violão na FAMASF-Rio e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro obteve os títulos de Regência (bacharelado) e Composição (mestrado). Foi professor de composição e orquestração do Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro; regente e diretor musical da Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro; regente do Grupo Música Nova da UFRJ, até 1993; e bolsista da Fundação Rio Arte e Fundação Vitae para os programas de composição, respectivamente em 1996 e 2000.

Como Compositor tem em seu catálogo mais de duas centenas de obras executadas nos principais eventos de música contemporânea fora do país, tais como: Festival de Música Nova de Zurique, Hamburgo, Nova Iorque, Budapeste, Bourges, Grösnjan, Montevidéu, Santiago, Genebra, Estocolmo, Tóquio, Amsterdam, Bucarest e Cluj Napoca; além de ativa participação em todos os eventos ligados à música contemporânea no Brasil, como compositor e regente.

Recebeu o 1º Prêmio no Concurso Latino Americano de Composição para Orquestra em Montevidéu; Menção Honrosa no Concurso Internacional de Composição de Budapeste; 3° Prêmio no Concurso Nacional de Composição para Violão de São Paulo; 2º Prêmio no Concurso “500 Anos das Américas”, para orquestra; 3º Prêmio no Concurso de Composição Bahia Ensemble-UFBa; Menção Honrosa no Concurso de Oldenburg, 1 Prêmio no Concurso de Composição do Instituto Brasil Estados Unidos; dentre outros.

Representou o Brasil no Seminário “Time in Music” em Grösnjan/Yugoslávia (1988), na Tribuna Internacional de Composição da UNESCO em Paris (1995/97/99), na Tribuna Internacional de Música da América Latina e Caribe (1997); no Festival da Sociedade Internacional de Música Contemporânea, na Romênia (1999); BAM Dialogue, em Amsterdam, dentre outros.

Em 1994 atuou a frente da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso, como regente e diretor musical, com um repertório exclusivamente voltado para a música do século XX.

É professor e pesquisador do Departamento de Artes da UFMT; regente, instrumentista e diretor musical do Grupo Sextante – música contemporânea – e idealizador das Bienais de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso.

Doutor em Etnomusicologia pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-Rio) com pesquisa voltada para a música ritual da etnia Bororo de Mato Grosso.

SÉRGIO FREIRE
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Sérgio Freire (1962) realizou sua formação musical no Brasil, Holanda e Suíça. Atualmente é professor associado da Escola de Música da UFMG, atuando nas áreas de composição e sonologia. Coordena desde 1998 o Laboratório de Performance com Sistemas Interativos (LaPIS), do Centro de Estudos do Gesto Musical e Expressão (CEGeME). Seus principais interesses acadêmicos e artísticos estão voltados para diferentes formas de interação entre a prática musical acústica e as novas tecnologias.

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